E tudo começou com o Harry Potter (ou seria um tê só?) e o Cálice de fogo. Ainda não tinha assistido. Assisti na quinta feira.
Nunca li nenhum dos livros do pequeno bruxo, mas, ao assistir o último filme que passou dele no cinema, e gostar, resolvi assistir aos anteriores na devida sequência pra ver coéra da parada, sacoé. Pois bem, gostei, até agora de todos eles. Mas tenho uma crítica grave a fazer aos filmes:
Por que não colocaram a Hermione e o Harry para serem o parzinho quase amoroso dos filmes????
Não me venham com a conversa mole, fiada, de que “no livro a história dela com o Rony (ou seriam dois enes?) é mais bem explicada, faz sentido”, “se você ler o livro você vai entender que eles têm uma amorzinho um pelo outro”, “blá, blá, blá, blá”. Afinal, qualquer ser humano minimamente pensante sabe que livro é livro e filme é filme! É óbvio que o livro será mais completo que o filme, e é óbvio que nenhum filme conseguirá mostrar tudo que o livro diz. Então, os puristas que “não gostei do filme porque o livro blá blá bla” que vão catar coquinho porque isso é uma justificativa “asnar” como diria uma grande ex-professora cômica. Enfim. Se no filme eles mostram muito mais o carinho e o apego que a Hermione tem pelo Harry, e raríssimamente mostram o que ela tem pelo Rony, pois que eles, H & H que ficassem juntos, oras! E ainda soube que o Harry vai “terminar” com a outra ruivinha que raramente aparece nos filmes e cuja importância na história cinematográfica até agora é menor que a das corujas!! Façam-me o favor!
Depois, veio o caraoquê do Parada da Lapa. Bastante divertido. Era desses com banda ao vivo. Pena que tinha um tiozão aniversariando no dia, e vários outros tiozões animadões de bigodões cantando e dançando boladões aquelas músicas antigas dos salões.
Depois…
“Minha jangada vai sair prú mar…”
Um passeio de barco com Michelle e irmãos e pai-piloto, com direito a blitz da Capitania dos portos ou “como é que chama, ‘comando dos mares’, né” como diria a minha querida namorada. Passeio legal, cuja volta bastante divertida me fez perceber porque se morre tão facilmente no mar. Se um navio com mais de cem metros de comprimento, e demais medidas devidamente proporcionais, balança como se fosse uma criança num berço, como que um mero corpo de ser humano teria alguma chance? Quase impossível.
Ah… baboseiras a parte, agora um aviso sério: EU NÃO BEBO, portanto, quando quiserem sair e beber ou provar um golinho que seja de qualquer coisa alcoólica, me chamem pra eu voltar dirigindo (me bateu uma dúvida se era com gê ou jota), to cobrando baratinho!!
É impressão minha ou quase todas as letras escritas “por extenso” têm a própria letra na palavra?
Se tiver algum flamenguista aí, lembrem-se que quando vocês ganharam a libertadores nenhum time argentino ou uruguaio (os mais fortes da época) disputaram a competição devido a Guerra das Malvinas. E, curiosamente, o flamengo nunca mais ganhou quando esses times voltaram a disputar a competição. Muito curioso não… talvez o Cabañas saiba a explicação para tal fato…
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Já pararam pra pensar que a existência é egoista?
Tudo só existe para nós. Aquilo que existe para o outro não existe para nós porque já exista para o outro, mas sim, só existe para nós quando efetivamente passar a existir para nós.
Isso me levou a pensar que talvez muitas pessoas que sofram de algum tipo de doença mental possam sequer existir caso elas tenham perdido tal consciência, a da própria existência.
E que o fim de tudo pode não ser uma bomba atômica, ou várias, mas sim, uma simples debilidade mental generalizada, afinal, quando tudo deixar de existir para todos, sequer haverá a existência.
Acho que só então, segundo Satre, se não me engano, teremos o verdadeiro Nada.
O que me acarreta perguntar e pensar em algumas questões: O verdadeiro Nada existiria ou até mesmo o Nada, pra existir dependeria da existência de algum ser humano para poder constatá-lo? E, se essa fosse uma condição, então, como existiria o verdadeiro Nada? E, se o nada nunca vier a poder existir, quando acabar a existência o que haverá? Será esse o grande mistério da humanidade? Será que é aí que reside Deus e a fé?
30 Junho, 2008 at 12:02 pm
Ainda bem que vc não bebe.
30 Junho, 2008 at 11:01 pm
não entendi
2 Julho, 2008 at 1:10 am
É mesmo. Ainda bem.
3 Julho, 2008 at 9:55 pm
Isso tudo é um post só? Vc é bem tagarela aqui, hein… Vamos por partes então.
1- Hermione, Rony e Harry Potter: há mais cenas entre H e HP pq Harry é o protagonista, é mais fácil demonstrar afeto qdo só rola amizade e, além disso, Rony é meio imaturo, desajeitado e não sabe conviver com modos polidos como Harry. Acho que é justamente isso que gera uma polaridade química entre Rony e Hermione.
2- Gostei dos passeios. Eu sei que o nome é Capitania dos Portos!
3- Não sei de que grau de consciência de existir vc está falando, mas creio que mesmo qdo se perde a conciência de sua história (ex: Alzheimer), continua-se a existir. Atém mesmo uma pessoa em coma existe, pois, para além de seu corpo e de sua mente “pagada” temos a alma que sente e reage ao eterno “agora”.
3 Julho, 2008 at 9:57 pm
*Onde se lê “pagada”, leia-se “APAGADA”.
22 Julho, 2008 at 12:14 pm
quando é que a gente pode começar a exigir posts novos sem parecer que somos chatos pressionadores?
25 Julho, 2008 at 4:29 pm
Ih! Teve post, nem vi… podia ter botado o link no orkut pra facilitar o acesso, senão eu tenho q revirar e-mails velhos até achar.
(Aliás, Ctrl D … Resolvido)
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Não é purismo. Se você ler os livros e for ver os filmes do Harry Potter, vai perceber que os 2 primeiros filmes são realmente muito bons… (o terceiro eu não lembro direito), mas a partir daí os livros começaram a ficar muito grandes e os filmes não aumentaram proporcionalmente (até pra se encaixar nos padrões infanto-juvenis de hollywood… a garotada não teria paciência pra um Scarface ou E o vento levou – q aliás, são mto bons…). Enfim, o resultado disso foi que os filmes começaram a mutilar a história toda, tirando partes muito interessantes e às vezes até essenciais pra você conseguir pegar todas as tramas da história (isso por que os livros de Harry Potter são cheios de tramas paralelas). É meio frustrante ver o filme logo depois de ler o livro, por isso eu recomendo ler o livro muito antes de sair o filme, assim você esquece os detalhes e não sente falta deles.
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Quanto à existência, achei bem interessante a sua tese, mas eu penso diferente… pra mim enquanto houver uma consciência mínima ou uma potencial possibilidade de consciência futura, a existência persiste. Ou então estaríamos negando a existência dos dinossauros simplesmente por que não tinha ninguém lá pra observa-los racionalmente.
26 Julho, 2008 at 1:38 am
Poxa, eu sempre achei que os humanos tivessem convivido com os dinossauros… rs
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Concordo com o Leo sobre o Harry. Leia o livro antes de ver o filme. Aliás, como todos os filmes baseados em livros. Leia primeiro, veja depois. =)
26 Julho, 2008 at 8:10 am
(Mas beeeem antes, senão vc vai perceber todos os furos e se frustrar.)
3 Agosto, 2008 at 12:43 am
Se meu blog era ruim pq eu não o atualizava. Logo….
8 Setembro, 2008 at 7:04 pm
[...] Aspectos de uma nerdice sem fim, Conhecimento particularizado, O universo numa casca de noz O caju comentou no blog dele sobre a singularidade da relação entre Rony e Hermione nos livros do Harry Potter. Hoje, zapeando [...]